Por que torcer para os Rams no SB53?

Depois de 17 rodadas de temporada regular e mais três de playoffs, estamos no Super Bowl 53, e podemos dizer que o duelo não é exatamente uma surpresa. Representando a AFC, o New England Patriots joga sua terceira decisão consecutiva; pela NFC, o Los Angeles Rams, que fez uma série de investimentos no mercado e agora colhe os frutos da sua estratégia. Se você chegou até aqui sem saber para quem torcer, dou seis razões para ficar ao lado dos angelinos na decisão.

1. Sean McVay

Arquiteto do “Greatest Show on Turf”, apelido do ataque dos Rams que assustou a NFL na virada do século, Mike Martz não acreditava em Sean McVay,então com apenas 31 anos. “Esse cara é um especialista em QBs? Especialista em ataques? Espere um minuto que vou vomitar”, teria dito Martz, que nega. Dois anos depois, McVay revolucionou o time após anos de mediocridade, tem dois títulos de divisão e hoje é referência, a ponto de os demais clubes estarem à procura do “próximo McVay”. Boa, Martz.

2. “All win” pelo Super Bowl

Derrotados de cara na rodada de wild card na última temporada, os Rams tiveram uma offseason intensa. Aproveitando que Jared Goff ainda está em seu contrato de calouro, a franquia renovou com pilares como Aaron Donald e Todd Gurley II e ainda voltou do mercado com as sacolas cheias, trazendo Ndamukong Suh, Aqib Talib, Marcus Peters e Brandin Cooks Dante Fowler Jr. chegou em outubro. O GM Les Snead sabe que a janela do Super Bowl não é para sempre, investiu pesado e agora colhe os frutos.

3. Aaron Donald

Los Angeles tem 99% de chances de ser campeão se o camisa 99 for o melhor homem do jogo. Melhor defensor de 2017 – e de 2018 também –, Aaron Donald é gigante na DL e praticamente exige uma marcação dupla para que ele não chegue ao QB rival. Na temporada, ele liderou a NFL com 20,5 sacks (dois a menos que o recorde de Michael Strahan), 41 QB hits e 25 tackles para perda de jardas. Uma possível vitória dos Rams passa, quase que obrigatoriamente, pelas mãos de Donald.

4. Crescimento do mercado em L.A. e nova dinastia

Em 2015, Los Angeles não tinha franquias da NFL. Três anos depois, a cidade tem duas e ambas em posição de chegar ao Super Bowl (tanto que uma delas está lá), o que é bom em um mercado tão concorrido quanto o de L.A., afinal, falamos de uma cidade que tem outros seis clubes, entre eles Lakers e Dodgers. Muito também se falou que o angelino “não está interessado” na NFL. A vitória no domingo torna L.A. a capital da bola oval e ainda pode dar o pontapé no início de uma nova dinastia na liga.

5. I am the danger

T-1000, Walter White e Julius “pai do Chris” Rock. Os Patriots contam com muitos fãs famosos, mas este trio citado acima é RAMS na final. Robert Patrick e Terry Crews são vistos com frequência no Los Angeles Memorial Coliseu, enquanto Bryan Cranston, de “Breaking Bad“, comentou recentemente que estava reticente de torcer de novo para os Rams depois de 21 temporadas em St. Louis, afirmando que a saída de L.A. foi como um “pé na bunda”, mas que no fim ele foi reconquistado pela franquia.

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