5 razões para torcer para os Chiefs no Super Bowl 54

Super Bowl 54. Aqui estamos nós. Na AFC, o Kansas City Chiefs confirmou boa parte das expectativas depois de bater na trave na temporada passada e voltou à final da bola oval pela primeira vez desde, acredite, 1970. Na NFC, veio a surpresa. Terceiro time na história da NFL a ir ao Super Bowl após um ano no qual venceram apenas quatro jogos, o San Francisco 49ers busca seu 6° título. Se você ainda não sabe para quem torcer na decisão, saiba por que ficar com a equipe de Clark Kent.

1. O dono da camisa 15

Lamar Jackson roubou os holofotes em 2019 com uma temporada absurda, mas, com o QB já eliminado dos playoffs, todos esses holofotes se voltam para o cara que tomou a liga de assalto em 2018 e que promete ser o rosto da NFL por anos: Patrick Mahomes II. Não há nada que o camisa 15 dos Chiefs não possa fazer com seu braço e vê-lo jogar em tão alto nível – apenas em seu 3° ano – é um privilégio, é ver uma mistura de Aaron Rodgers e Brett Favre. Se vencer, Mahomes II será o segundo quarterback mais jovem (24 anos e 138 dias) a ser campeão, atrás de Ben Roethlisberger (23 anos e 320 dias).


2. A vitória que falta para Andy Reid

Uma das maiores mentes ofensivas da NFL nos últimos 20 anos, Andy Reid é o técnico com mais vitórias (207-138; 14-14 em playoffs) sem um triunfo no Super Bowl. Muitos afirmam que se Reid levantar o caneco no domingo, esta será a vitória que falta para o treinador consolidar de vez a candidatura ao Hall da Fama. Com o Philadelphia Eagles, Reid foi à final da NFC quatro vezes consecutivas, vencendo em 2005, mas perdendo o Super Bowl 39 para o New England Patriots. Com KC, são sete temporadas seguidas com uma campanha positiva e duas finais da AFC. A “morsa” merece o título.


3. A história dos Hunt

Não tem como falar da NFL sem falar da família Hunt. O patriarca do clã, Lamar (1932-2007), fundou a AFL (ao lado de sete empresários) e o Dallas Texans no final dos anos 50; com a criação do Dallas Cowboys, Hunt levou sua franquia para o meio-oeste dos EUA, rebatizando-a de Kansas City Chiefs. Foi de Lamar a sugestão de chamar a grande final, então conhecida como “AFL-NFL Championship Game”, de Super Bowl, alusão ao brinquedo de sua filha, a Super Ball. A contribuição do dirigente é tão grande que hoje ele dá nome ao troféu que é dado ao campeão da AFC.


4. O possível início de uma dinastia

No momento, existe apenas uma dinastia na NFL: New England Patriots. No entanto, o rumor de que Tom Brady pode deixar o clube marcaria o fim, querendo ou não, de uma era coroada por seis anéis de campeão e nove Super Bowls disputados. Uma vitória do Kansas City em Miami pode marcar o nascimento de uma nova dinastia da bola oval, capitaneada por Reid e Mahomes II, afinal, tudo começa com uma dupla de treinador e quarterback. Em duas temporadas como titular, Mahomes II tem duas finais da AFC, um MVP, 87 TDs e um teto ainda desconhecido, o que é assustador.


5. Time de bruxos e heróis

Toda equipe tem sua coletânea de torcedores ilustres, e os Chiefs não são diferentes. Entre os artistas que podem marcar presença na final estão os humoristas Rob Riggle (vejam aos monólogos dele em premiações esportivas) e Jason Sudeikis, e heróis como o Homem-Formiga, Paul Rudd, que narrou o “Hard Knocks” com os Chiefs, e o Super-Homem, Henry Cavill, que é britânico, mas aparentemente adotou KC. O bonde conta ainda com Brad Pitt, que é fã dos Saints, mas estudou no Missouri e até usou um boné dos Chiefs no tapete vermelho do SAG Awards.

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